Se você também nasceu e cresceu em uma família que só usava salsinha e cebolinha como tempero verde e conhecia apenas manjericão na pizza marguerita e coentro na moqueca (e esse eu não gosto), vai se identificar comigo. A verdade é que eu achava lindo aqueles chefs de cuisine usando umas ervas que eu nunca tinha ouvido falar e queria muito aprender com o que elas combinavam. Mas morria de medo de estragar a comida.
Só que, pra aprender a cozinhar, a gente precisa vencer o medo, estragar a comida e enfrentar uma gororoba que prometia ser o super jantar da semana. Só não dá pra testar essas coisas em um dia de pouca inspiração ou muita visita...
Nas minhas tentativas, o primeiro temperinho verde pelo qual me apaixonei foi
o alecrim. Perfuma o ambiente, combina muito com batata ou qualquer outro legume assado. Vai bem no salmão (uso no meu de papelote, que você pode conhecer AQUI), em torradas e pães e em aves. Na verdade, eu acho o alecrim bem versátil. Eu uso mais a versão seca, não só pela praticidade e fácil manutenção, mas porque ele mantém bastante o seu sabor, que fica até mais concentrado nessa versão.
Depois, conheci o tomilho. Delícia de descoberta!
Só que, pra aprender a cozinhar, a gente precisa vencer o medo, estragar a comida e enfrentar uma gororoba que prometia ser o super jantar da semana. Só não dá pra testar essas coisas em um dia de pouca inspiração ou muita visita...
Nas minhas tentativas, o primeiro temperinho verde pelo qual me apaixonei foi
o alecrim. Perfuma o ambiente, combina muito com batata ou qualquer outro legume assado. Vai bem no salmão (uso no meu de papelote, que você pode conhecer AQUI), em torradas e pães e em aves. Na verdade, eu acho o alecrim bem versátil. Eu uso mais a versão seca, não só pela praticidade e fácil manutenção, mas porque ele mantém bastante o seu sabor, que fica até mais concentrado nessa versão.Depois, conheci o tomilho. Delícia de descoberta!

Principalmente se você usar o raminho fresco mesmo. Já tive um vasinho, mas ele não resistiu à mudança de cidade (E hortinha caseira ainda é um desafio pra mim, mato até manjericão que dizem ser uma praga :( ). O tomilho combina muito com peixes e com legumes assados ou refogados. E você pode usá-lo também na versão seca (que eu uso muito em uma receita de ragu de linguiça, que você pode ver AQUI), mas ele perde um pouco do sabor, diferente do alecrim. De qualquer forma, ainda assim vale a pena usá-lo. Para manter o fresco, deixe em um saco plástico fechado na gaveta da geladeira. As folhinhas dele são delicadas e queimam muito fácil.
O manjericão vai muito além da combinação queijo e tomate (apesar dele ser a combinação perfeita do tomate). O molho pesto é um bom exemplo disso (e AQUI tem uma receita ótima pra testar). Em molhos e sopas ele também vai muito bem, em uma sopa de capeletti... huuumm!!! Além disso, ele é lindo para decorar uma bruschetta ou outros pratos e vai muito bem compondo uma salada verde com os tradicionais alface e rúcula, por exemplo. A versão seca dele eu acho bem sem gosto. Por isso, o jeito é comprar fresco e tentar manter em geladeira do mesmo jeito do tomilho (é um pouquinho mais difícil, qualquer umidade é capaz de estragá-lo). Ou tentar o seu próprio vasinho. Dessa ideia eu não desisti, só posterguei! :D
Mas isso não quer dizer que eu reneguei a salsinha do meu velho amigo cheiro verde. Continuo amando profundamente o gostinho dela. E uso em muitos pratos, sempre. Na hora de cozinhar, fresquinha colocada depois do prato pronto, na salada... De qualquer jeito e é sempre bom. E tem a vantagem de continuar saborosa mesmo depois de picada e congelada. Prefiro comprar a versão fresca e mantê-la assim, na geladeira. Mas se você utilizar pouco, o melhor é congelar mesmo (observação consumista: E essa tesoura da foto? Já virou um objeto de desejo!).
Quero muito conhecer melhor o estragão e o endro. Quando me aventurar, volto aqui pra comentar! E, se você tiver receitinhas com eles para me contar, não se acanhe. Estou super curiosa para conhecê-las! ;)





